domingo, 1 de dezembro de 2013

Anos nunca esquecidos

(acrescentando comentário do Mataruna, nas fotos 4 e 5)                                                  

 Futebol - uma camisa que atravessou o tempo

Revendo essas fotos, e as que mais temos são de futebol e agora, vemos o tempo passando, e lá se vão 58 anos do início do SIC, as turmas que chegavam e saiam.
De 1955 à 1970 tivemos vários uniformes, tanto menores, médios e maiores.
Mas essa azul e branco deve ter sido a mais duradoura.
Aparece em todas as seleções de maiores, e eu que fui um dos últimos moicanos, lembro-me dela.
Também é bom dizer que, naquela época, era costume nas domingueiras esportivas, o futebol começar as 14h00min com os Aspirantes e as 16h00min entravam os Titulares.

No SIC, a azul era a titular e a verde a aspirante.
Isso, no meu tempo, 1965.
Lá por volta de 1968, já nem havia mais seleção, ela estava toda rasgada.

Mas, será que alguém sabe a origem dessa camisa azul?
Talvez doação de algum padre ou padrinho.
Mas, pelo que vemos nas fotos, muita gente tem histórias com ela.
A começar pela convocação da seleção, que era emocionante.
Havia tantos bons jogadores e era uma ansiedade esperar pela lista, que no meu tempo, era anunciada no almoço de domingo. Isso, porque sempre havia algum time de fora chegando.
Era usada também em jogos especiais, por equipes em decisões de campeonato.
E a convocação deixava o sujeito nas nuvens, sob a admiração da comunidade, principalmente pelos menores em relação aos maiores.
E havia discussões entre nós, menores.
Eu, p.ex., achava que Santana e Wiziack deveriam jogar juntos.
Mas havia um Vicentim entre eles, e um tinha que ir para os aspirantes.
No meu tempo, Vicentim já estava no último ano, parecia-me meio pesadão, mas fazia gol. Era um tipo de Luis Fabiano.
Como seria bom se alguém contasse mais histórias das rivalidades e ou casos esportivos.
As comissões com ENCESESI, as organizações de campeonatos.
O surgimento do Corintinha, que para mim foi resultado de um apartheid esportivo, dos que não cabiam na seleção.

Tenho muitas identificações do pessoal, que me foram passadas, mas ainda não deu tempo de colocar nas fotos, por isso, peço que não fiquem zangados pela falta ou se houver algum erro.
(Grego)








Baseando pelo Daólio que andou por 4 seminários, essa deve ser uma das mais velhas turmas que usaram a celeste.





                                                                             
Comentários do Mataruna, já feitos na entrevista, a respeito das fotos acima e abaixo.
As melhores são esportivas. Entrei logo na seleção de futebol. No 1º semestre jogávamos com roto uniforme são paulino; estreamos o azul e branco no 2º (presenteado p/Sr Luís (ver fotos). Até o final de 60 ganhamos 19 jogos, perdemos três (2 p/ o seminário maior de Aparecida-4x2 e 4x3), nenhum empate. Há pouco o Fuzaro me classificou de "motorzinho"...O time: Osmar; Moraes, Butti, Fuzaro e Nereu; Pe. Vanin, Cardin (o Mataruna p/alguns), Paulista (Ruiz Valverde); Paulistinha (Zé Dias Valverde), Naves e Paco (Espanhol)... Entravam: Nadai, Vicentim, Maróstica...Ming era um alto e bom 2º goleiro. De certa feita o Pe. Vanin nos leu, no refeitório, matéria de um jornal sobre um jogo contra nós, elogiando os jogadores locais, mas sem evitar a derrota para o brilhante time do seminário (5x2 )... Dormindo, continuo dando os meus chutes...
Outros fatos: Espetáculo de marionetes (Adorno lembrou-se também) -Concerto de acordeon por Paolo Gandolfi -Teatro e apresentação musical em Americana (onde estará o pianista Ricardo?) -A orquestra feminina de cordas com 80 violões de escola (NORMAL?) campineira...Todas as meninas de branco, com seus instrumentos a tiracolo...LINDO! - As atividades acadêmicas.
O sr. Luiz, doador da camisa, aparece na foto abaixo e parece que era sobrinho do Monsenhor Luis de Abreu. (Grego)
O




















2 comentários:

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